Em JANEIRO o RIO se transbordou em barro.
Mastigou casas, engoliu arvores e cuspiu carros.
Em JANEIRO o RIO se resumiu em chuvas.
Desfez famílias,destruiu montanhas,chorou viúvas.
Em JANEIRO o RIO desceu, levando o morro...afogado, o samba pediu socorro.
Deus abençoe o RIO DE JANEIRO.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
TRINCHEIRA INVISIVEL
Renascer é reinventar uma nova vida é se dar a chance de amar denovo.
Aceitar o imprevisto é a melhor forma de economizar suas lágrimas e dores,camuflar-se dentro de si mesmo e de tal covardia que a vida não perdoa.
Para ganhar é preciso estar pronto para perder.
Faça de seu corpo sua barricada só não deixe que atinjam sua alma.
Aceitar o imprevisto é a melhor forma de economizar suas lágrimas e dores,camuflar-se dentro de si mesmo e de tal covardia que a vida não perdoa.
Para ganhar é preciso estar pronto para perder.
Faça de seu corpo sua barricada só não deixe que atinjam sua alma.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
ATÉ O AMANHÃ
Meu peito oco ecos de amor amor amor...
Meu corpo louco atos de amor e dor, uma dor pelo amor.
Minha mente lúcida deixa de amar... cansa de dar.
Minha alma pávida corre sem rumo exausta não tenta... só resta chorar.
Meu corpo louco atos de amor e dor, uma dor pelo amor.
Minha mente lúcida deixa de amar... cansa de dar.
Minha alma pávida corre sem rumo exausta não tenta... só resta chorar.
sábado, 27 de novembro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
SANTA CEIA
A mão desabrochou deixando os dedos pendurados como flores em final de primavera os estilhaços no chão misturou-se ao destilado orvalho da madrugada ,assim os joelhos foram dobrando fazendo-se reverência as damas da noite. Riam elas ao molhar o rosto em água benta e fazer da óstia objeto de orgia, putas santas grafitando a santa ceia nos sagrados muros da cidade para que as pombas cagassem no cálice de vinho tinto de sangue... ele ria tambem.
O tal astro ilumina a cidade que outrora era palco dionisíaco, copos,taças,corpos, praças tudo no chão só ele que não.
Todos passam sobre seu olhar e seu olhar passa sobre todos, na selva de piche o martelo é de concreto e o juiz veste prada.
Elas o arrastam sobre a metrópole e a metrópole o lambe como docê em boca de criança em dia de cosme damião, a ciranda se arma na espera de uma nova cantinga, a vida toca notas leves degustando a chuva que cai, claro: a chuva é saliva sagrada benzendo os que se deixam molhar.
Tudo roda,tudo moda, tudo poda,tudo foda limonada vira soda... tudo para estragar.
Se fecham os dedos, a vida, as flores, primavera e verão.
Se fecham as portas do peito... só as pernas que não.
O tal astro ilumina a cidade que outrora era palco dionisíaco, copos,taças,corpos, praças tudo no chão só ele que não.
Todos passam sobre seu olhar e seu olhar passa sobre todos, na selva de piche o martelo é de concreto e o juiz veste prada.
Elas o arrastam sobre a metrópole e a metrópole o lambe como docê em boca de criança em dia de cosme damião, a ciranda se arma na espera de uma nova cantinga, a vida toca notas leves degustando a chuva que cai, claro: a chuva é saliva sagrada benzendo os que se deixam molhar.
Tudo roda,tudo moda, tudo poda,tudo foda limonada vira soda... tudo para estragar.
Se fecham os dedos, a vida, as flores, primavera e verão.
Se fecham as portas do peito... só as pernas que não.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
A DOIS
Pensei em dormir fora... voltei.
Pensei em ficar no sofá... fui para o quarto.
Pensei em voltar para a sala... dormi.
Pensei em acordar... sonhei.
Pensei em desistir... amei.
Pensei em ficar no sofá... fui para o quarto.
Pensei em voltar para a sala... dormi.
Pensei em acordar... sonhei.
Pensei em desistir... amei.
terça-feira, 20 de julho de 2010
TUDO MISTURADO
Estamos aqui fudendo,se fudendo,fudendo e se fudendo
Antropófagando a poética, na estética, frenética e sem ética...sem ética de que?
Estamos aqui correndo,horrendo,sofrendo vai vendo sofrendo e morrendo... morrendo vai vendo,vai vendo o que?
Estão todos lá dentro,lá fora na quadra,na escola,no samba,na hora...na hora,na hora de que?
Se eu sei você não
Alguns são
Outros estão
Alguns vindo outros vão, fiel e pagão
Dividendo,dividando,devendo e duvidando...duvidando,duvidando de que?
Terra gira, mundo pira, diamante safira
Tudo jóia, merda bóia, paranóia...paranóia de que?
ENTÃO TÁ:
Junta tudo
O fudendo
A estética
O horrendo
O sem ética
O sofrendo
A frenética
O de dentro
O de fora
O do samba
O da escola
Os que sabem
Os que não
Os que são
Os que estão
Dividendo e pagão
Os que giram
Os que piram
Todas as jóias
O que afunda e o que bóia
Gigantesca paranóia
Eu te pergunto...paranóia,paranóia,paranóia para que?
Antropófagando a poética, na estética, frenética e sem ética...sem ética de que?
Estamos aqui correndo,horrendo,sofrendo vai vendo sofrendo e morrendo... morrendo vai vendo,vai vendo o que?
Estão todos lá dentro,lá fora na quadra,na escola,no samba,na hora...na hora,na hora de que?
Se eu sei você não
Alguns são
Outros estão
Alguns vindo outros vão, fiel e pagão
Dividendo,dividando,devendo e duvidando...duvidando,duvidando de que?
Terra gira, mundo pira, diamante safira
Tudo jóia, merda bóia, paranóia...paranóia de que?
ENTÃO TÁ:
Junta tudo
O fudendo
A estética
O horrendo
O sem ética
O sofrendo
A frenética
O de dentro
O de fora
O do samba
O da escola
Os que sabem
Os que não
Os que são
Os que estão
Dividendo e pagão
Os que giram
Os que piram
Todas as jóias
O que afunda e o que bóia
Gigantesca paranóia
Eu te pergunto...paranóia,paranóia,paranóia para que?
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